Escrever é viver duas vezes um bom Momento.
Antonio C Almeida
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Textos


Brasileiro
Não estranho o tempero
Se necessário bebo na teta do capeta...
Tenho muito chão e o cão que me persegue desde que nasci
Então é assim
Sou escravo no meu dia
Morro na noite
Para renascer no amanhecer
Por assim dizer.


Bebi rapadura
Chupei cachaça
Nenhum almoço é de graça
Mas se for
Quem lhe deu que experimente
Nesta vida da gente
Envenena-se muito indigente.


É duro quando chega o querer
De desejar ter
O prometido no início
Que acompanha durante
Antes ante um sacrifício constante
Mas todo pensamento é viver
Mesmo sobre o morrer.


Sem lampejo ou inspiração
Tarde que chega e bate sermão
Quando a mão calejada sangra
A ilusão na tela encanta
Desencanta saber que o que se escreve
É apenas manipulação que prescreve.


Então saio como chego
Olhando sol em desfecho
No aguardo do amanhecer
Assim será ser
Observador discreto
Vezes em manifesto
Compreendendo que o início
Prenuncia o final.



 
Antonio C Almeida
Enviado por Antonio C Almeida em 11/12/2017
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