As cortinas se fecham,
Em casa um incógnito sem terno.
Fantasia do dia
Incômodo na solidão fria.
Que será então, na artificial luz da ilusão,
Onde nada será visão que seduz
Do etéreo infame mistério,
Ser apenas o efêmero desperto
Que despe de um terno.
Abre-se a porta para alegoria
Ah! (...) Em mim brota fantasia
Dentro do peito no leito dum abandono
Qual o plano?
Colchas linpas em roupa para um sonho.